O paraquedismo é um dos esportes mais emocionantes do mundo, combinando adrenalina, técnica e coragem, como pontua o entusiasta Paulo Cabral Bastos. Porém, para quem busca mais do que apenas um salto tradicional, há modalidades ainda mais radicais e desafiadoras, como o freefly e o wingsuit, que transformam a queda livre em uma verdadeira arte nos céus. Portanto, se você é apaixonado por esportes radicais ou simplesmente tem curiosidade sobre as acrobacias mais impressionantes do paraquedismo, veremos, neste artigo, como elas são feitas.
A arte radical do freefly
O freefly é uma das modalidades mais radicais do paraquedismo e permite que o atleta caia em diferentes posições, como de cabeça para baixo, sentado ou em diagonal. Essa variação cria velocidades muito superiores ao salto tradicional, podendo ultrapassar 300 km/h. Entretanto, segundo o conhecedor Paulo Cabral Bastos, para essa técnica, é preciso muito treino, pois o paraquedista precisa saber como controlar a trajetória do próprio corpo no ar.
Assim sendo, os atletas que praticam freefly realizam coreografias no céu, combinando giros, piruetas e formações com outros saltadores. Desse modo, além da habilidade individual, a sincronia com o grupo é essencial para criar imagens espetaculares, muitas vezes registradas por cinegrafistas aéreos especializados. Inclusive, o treinamento em túnel de vento é uma ferramenta importante para os paraquedistas aperfeiçoarem os movimentos antes de praticá-los em saltos reais.
Qual é o diferencial do wingsuit?
De acordo com o entendedor Paulo Cabral Bastos, o wingsuit é um traje especial que transforma a queda livre em um voo controlado. Contando com membranas entre os braços e as pernas, ele cria sustentação e permite que o atleta avião no ar, acelerando a velocidade de descida e aumentando a distância percorrida. Dessa forma, diferente do paraquedismo tradicional, onde a queda é quase vertical, quem usa o wingsuit pode avançar centenas de metros na horizontal antes de abrir os paraquedas.

Isto posto, para essa técnica, é necessária experiência em saltos convencionais antes de testar o traje. Uma vez que, pequenos ajustes na posição do corpo fazem grande diferença na direção e na estabilidade do voo. O wingsuit é muito usado em voos de proximidade, onde os passageiros passam pelas montanhas e penhascos, criando imagens impressionantes. No entanto, essa prática exige um nível altíssimo de habilidade, já que qualquer erro pode ser fatal.
Quais são outras técnicas impressionantes do paraquedismo?
Por fim, além do freefly e do wingsuit, existem outras técnicas radicais que desafiam a gravidade e desativam grande controle corporal:
- Tracking: técnica onde o paraquedista mantém o corpo em uma posição aerodinâmica, aumentando a velocidade horizontal do voo.
- Base Jumping: uma das modalidades mais perigosas, onde o salto é feito de penhascos ou edifícios, com pouca altura para a abertura dos paraquedas.
- Saltos em Alta Altitude: saltos realizados em altitudes extremas, como o famoso salto da estratosfera feito por Felix Baumgartner, que corta a barreira do som.
Cada uma dessas técnicas requer treinamento especializado e conhecimento aprofundado sobre aerodinâmica e segurança. Desse modo, com dedicação e prática, os atletas alimentam o céu em um verdadeiro palco de acrobacias radicais.
Modalidades que combinam ousadia e a técnica
Em conclusão, conforme ressalta Paulo Cabral Bastos, o paraquedismo radical vai muito além de simplesmente pular de um avião. Já que técnicas como o freefly, o wingsuit e outras modalidades desativam controle, experiência e coragem. Logo, cada salto representa um novo desafio e uma oportunidade de explorar os limites da gravidade com segurança e precisão. E então, já decidiu quais dessas técnicas você gostaria de experimentar um dia?
Autor: Wagner Becker
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital